segunda-feira, 8 de agosto de 2016

Os 5 bancos com as maiores taxas de juros de cheque especial do país.

Além da crise aguda cujo país está submetido e do endividamento da população brasileira,  ainda temos de nos preocupar com a alta taxa de juros cobrada na operação financeira de cheque especial cobrada pelas instituições financeiras.

 Está na dúvida sob qual banco optar? Conheça os 5 bancos com as maiores taxas de cheque especial do Brasil.


1.       Em primeiro da nossa lista está o Banco Mercantil do Brasil que mantém uma taxa de juros ao mês no percentual de 16,66 e anual de 535,58;


 2.       Já no segundo lugar o Banco Santander vem cobrando a taxa de juros de 15,06 ao mês e 438,11 ao ano;




3.       Em terceiro temos o Banco Citibank cujas taxas são de 14,88% ao mês e 428,37% ao ano;


4
4. O Banco HSBC figura na lista como o quarto banco com as taxas de 14,45% ao mês e 405,03% ao ano;

5.       Por fim, o Itaú Unibanco está na lista como 5º Banco com a maior taxa de juros do país, com o percentual de 12,65% ao mês e 317,42% ao ano.




Obs. A lista corresponde aos juros de cheque especial de pessoa física no período de 18 de julho de 2016 a 22 julho de 2016.

terça-feira, 22 de março de 2016

10 dicas para você economizar nas suas compras no mercado

10 dicas para você economizar nas suas compras no mercado


1. Faça uma lista de compras antes de ir ao mercado


A primeira e a principal dica para contribuir na sua economia, é saber o que vai comprar e a quantidade de produtos que pretende comprar. Por isso, ao chegar no mercado sem saber quais os produtos pretende comprar, faz com que você acabe comprando produtos desnecessários por agir com impulso. Para conter esses gastos, nada melhor que seja feita uma lista com todos os produtos a serem comprados.


2. Não compre somente pela marca
Algumas marcas realmente são sinônimo de qualidade, no entanto, existem produtos menos “famosos” e mais baratos que podem substituir perfeitamente aquele produto que você já usa. Portanto, não tenha medo de experimentar novos produtos e, se possível, substitua os mais caros pelos mais baratos.


3. Cuidado com as crianças
Crianças geralmente agem por impulso, isso faz com que se sintam estimuladas a possuir o que veem, principalmente, se o produto for diferente ao ponto de chamar a atenção. Devido a isso, você deverá verificar se não está tendo um gasto excessivo por conta das crianças.


4. Aproveite o dia das promoções
Grandes redes de supermercado geralmente fazem ofertas por setor, de acordo com o dia da semana. É importante obter informação junto ao mercado, para saber se vale a pena comprar, por exemplo, as suas verduras na terça-feira devido aos descontos concedidos para aquele dia.


5. Pesquise a faixa de preço de cada um dos mercados
Infelizmente a disparidade de preços em mercados ainda é muito alta. Muitas vezes, o fato do mercado estar localizado numa região mais nobre, faz com que o preço dos seus produtos multiplique ou triplique. Portanto, procure se informar com colegas qual é o mercado que tem a fama de ter os melhores preços da região.


6. Dê preferência para as compras à vista
Visando engordar os seus lucros, os supermercados oferecem aos consumidores cartões com “facilidades e vantagens exclusivas”. É importante manter muita atenção com essas facilidades oferecidas, pois, por mais que seja possível parcelar a sua compra em 10x, os juros cobrados são caríssimos. Lembre-se também que é muito difícil presumir como estará a sua situação financeira daqui a 10 meses.


7. Esteja atento se o valor da promoção é real
Muitas vezes somos enganados pensando que o preço de um produto promocional está barato. São aquelas famosas ofertas de “R$ 79,90, por apenas R$ 59,90”. Não acredite apenas na conversa do vendedor, antes de comprar procure se informar sobre o preço deste produto em outros estabelecimento comerciais. Hoje, com a facilidade do acesso à internet, fica muito mais fácil termos uma noção de qual é o custo desse produto no mercado.


8. Faça uma média de custo por compras
É importante ter uma base de quanto se gasta com as compras do mês. Isso facilita com que você possa reservar uma parte do seu salário e destiná-la exatamente para pagar as suas compras, além, também, de ser uma importante ferramenta para o controle financeiro mensal.


9. Separe o necessário do desnecessário
Após elaborar a sua lista de compras, você terá noção dos produtos que são necessários e os desnecessários. Comece as suas compras pelos produtos necessários, após a compra de todos eles, analise se realmente vale a pena comprar os produtos desnecessários. Obs. Essa dica vale também ao passar na máquina registradora, passe primeiramente aqueles produtos essenciais, ao final, veja se compensa comprar os demais produtos.


10. Aprenda a dizer NÃO ao impulso

Muitas vezes somos motivados pelo impulso a adquirir produtos que desejamos muito. Aprenda a definir que esse, talvez, não seja o momento certo para comprar o produto que tanto deseja. As vezes, é melhor esperar o momento certo para comprar algo do que fazer uma dívida gigantesca. Portanto, aprenda a dizer NÃO para você mesmo.

segunda-feira, 18 de janeiro de 2016

5 passos para quitar suas dívidas em plena crise financeira

Em momentos de crise tudo fica mais difícil, os preços dos produtos aumentam, o salário é reduzido, as despesas crescem e diversos outros fatores nos levam a entrar em uma situação de desespero. Confira abaixo algumas dicas que podem te ajudar nesse momento complicado.

1º Defina prioridades
Definir prioridades faz parte do planejamento financeiro que deve ser seguido pela pessoa que deseja quitar suas dívidas. Saber qual dívida vai pagar e quando será o melhor momento para ser paga é essencial para que você possa quitar suas dívidas e voltar a ter o nome limpo na praça.
Quando se tem diversas dívidas com distintos credores as vezes escolhemos pagar aqueles credores que mais estão insistindo com ligações, mensagens, e-mails e etc. Tal conduta é considerada incorreta pois devido o devedor não ter condições de pagar todos os seus credores, deverá ele analisar os juros e a multa que estão sendo cobrados sob a inadimplência, posteriormente, deverá negociar com o seu credor para saber se é possível obter um desconto para pagamento.
Obs. Lembre-se sempre que pagamentos à vista tendem a apresentar maior margem de desconto, além disso, temos que quando se paga à vista não se acumula débitos para o mês seguinte.

2º Tenha o hábito de poupar
É mais do que importante destacar ser necessário ter um capital guardado para imprevistos e também definir uma meta.
Após você ter escolhido a sua prioridade, ou seja, após saber qual dívida deverá ser paga primeiro, deverá agora se disciplinar e guardar uma porcentagem de tudo que você ganha para pagar suas dívidas. Com isso, você estará reunindo a quantia suficiente para quitar seu débito.
Isso também fará com que você saiba exatamente o dia em que poderá realizar esse pagamento. Assim, se você poupa uma determinada quantia, saberá que em tantos meses terá o valor exato para pagar sua dívida.

3º Negocie
     Eu entendo que estar devendo na praça é um ato vergonhoso que nos coloca acuados, mas não tenha vergonha de tentar negociar com o credor para obter desconto na dívida. Lembre-se que você está querendo pagar, mas precisa ter condições de realizar esse pagamento.

4º Tenha o hábito de pagar à vista
Conforme já foi comentado, o pagamento à vista das dívidas tende a melhorar a oferta do desconto para o devedor.
Isso ocorre porque o credor recebe o pagamento no ato e não corre o risco daquele devedor novamente ficar inadimplente dando nova dor de cabeça ao credor.
Portanto, sempre procure pagar à vista os seus débitos pois isso o fará se livrar definitivamente daquela dívida que tanto te atormentava. Ponha na cabeça que o parcelamento é somente uma forma de atrasar um débito que terá de ser pago em algum momento.

5º Faça da sua situação uma situação passageira
Por mais que você tenha passado por momentos de dificuldade financeira e ficado com o nome sujo na praça devido estar inadimplente, coloque na sua cabeça que esse momento é transitório.
Procure demostrar aos seus credores estar interessado em saldar o seu débito e apresente prazos a eles demonstrando quando e como poderá ser paga a dívida.

Não torne-se um devedor eterno, faça planos para realizar o pagamento na praça.

sexta-feira, 16 de outubro de 2015

Qual é a sua meta financeira?

Você já parou para pensar qual é a sua meta financeira?
Quem sofre com a doença das dívidas sabe o quanto é desmotivador e desconfortante trabalhar um mês inteiro e não ver o dinheiro sobrar.
Após executar o seu planejamento financeiro à risca, e conseguir eliminar àquelas dívidas que te davam tanta dor de cabeça, a sensação que temos é de tranquilidade e estabilidade financeira. Mas, e depois que alcançamos a tão sonhada estabilidade financeira quitando os débitos, qual seria a meta financeira a ser alcançada?
Essa pergunta torna-se pertinente pois, para cada real a ser gasto você deve refletir antecipadamente se o gasto realizado é realmente necessário.
Tal reflexão é importante pois, do que adianta alcançarmos a estabilidade financeira eliminando as dívidas sem saber o que vamos fazer futuramente com o dinheiro que ganhamos?
Não adianta lutarmos tanto e, logo depois, acabar se endividando novamente com produtos ou serviços adquiridos de forma precipitada sem que houvesse uma reflexão do custo real que está sendo pago pelo respectivo produto.
A meta financeira a ser alcançada varia de acordo com cada um, pois depende exatamente de quais são os seus gastos e da condição de vida que pretende manter.
Se o seu objetivo é manter um padrão de vida alto, logicamente terá que ser ousado na execução da sua meta financeira. Não adianta ter uma remuneração baixa e tentar manter um padrão de vida alto pois isso certamente irá desencadear em um novo quadro de endividamento.
O que deve ser feito é começarmos uma reflexão do padrão de vida que desejamos manter ou do objeto ou serviço que queremos adquirir. Somente depois dessa reflexão é que será possível traçar um ponto de referência de por onde devemos começar até atingir o nosso objetivo.
Ou seja, se o seu objeto é comprar uma casa no valor de um milhão de reais, você deve pensar em quanto deve ganhar/poupar para adquirir essa residência.
O meu conselho para aqueles que visam uma meta alta, média ou baixa é que montem um projeto relacionando os custos desse objetivo e o valor a ser poupado em cada mês para concretizar a sua meta.
O planejamento financeiro é algo imprescindível para realização dos seus objetivos.

Caso não saiba por onde começar o seu planejamento, veja aqui como fazer.

segunda-feira, 28 de setembro de 2015

Cartão de crédito internacional: uma possível ameaça para suas finanças!

Bom, parece que a viagem tão esperada para conhecer os destinos internacionais mais badalados do momento será inesquecível. Você está tão ansioso que já preparou tudo, as malas estão prontas, o bilhete da passagem já está separado, as visitas aos pontos turísticos já foram marcados e o dinheiro a ser gasto com as compras, passagens, aluguel de veículo, alimentação e outros, já está todo contado e reservado.

Tudo parece correr bem na viagem, mas na hora “H”, aparece uma super mega promoção que você jamais poderia pensar em perder, é aí que aquela grande dúvida surge: uso ou não uso o cartão de crédito?

É nessas horas que temos de pensar bastante nas nossas atitudes, pois as consequências surgem a partir delas.

O primeiro ponto que devemos ter em mente na hora de efetuar uma compra internacional é que a moeda utilizada é distinta da moeda usada em nosso país, isto é, se está efetuando uma compra em dólar, será necessário a conversão do real para o dólar e esse custo da conversão não é calculado na hora da compra, mas sim, no momento em que a fatura for fechada.


Desse jeito, caso você gaste U$ 50,00 no dia 10 e sua fatura for fechada todo o dia 28, a cotação do dólar a ser aplicada na sua fatura será aquela à época do fechamento da fatura, e não a da data da compra, portanto, no exemplo citado, o valor do dólar no dia 28 será determinante para saber o real valor a ser pago na sua fatura.

É exatamente aí que mora o perigo! Se pararmos para pensar atentamente, podemos observar que a compra internacional efetuada no cartão de crédito é a mesma coisa que um tiro no escuro. Digo isso pois caso ocorra uma variação da moeda entre a data da compra e a data do fechamento da fatura, o custo total do produto adquirido pode ser bem superior aquele previsto no momento da compra. Portanto, devemos estar conscientes que o preço do produto pode ser bem diferente do preço que realmente está sendo pago (valor da fatura).

Como se não bastasse, devemos notar ainda que além do valor da moeda convertida, temos ainda o Imposto sobre Operações de Crédito (IOF), esse imposto incide sobre o valor da operação realizada e encarece ainda mais o custo total.

Vale frisar que o IOF é um imposto que tem o intuito de estimular ou desestimular as compras no exterior, tudo isso depende do interesse do governo que pode alterar suas alíquotas no momento em que achar adequado.

As incertezas do real valor a ser pago fazem do cartão de crédito uma grande armadilha capaz de gerar surpresas desagradáveis com a falta de habilidade na sua utilização.

É devido a isso que se recomenda ter moderação na sua utilização.

Realizar diversas compras pequenas em dólar pode ser uma grande armadilha para as suas finanças pois não se sabe o valor exato que está se pagando.

Portanto, é sempre recomendável que procurem saber o valor exato que está se pagando pelo produto 
ou serviço.

A dica de ouro é: Poupar para comprar à vista.

Procure ter controle dos seus gastos.

Até a próxima pessoal!!!

Que tal uma planilha para auxiliar nas suas finanças pessoais? Confira no link abaixo uma planilha de fácil uso no excel.



quarta-feira, 9 de setembro de 2015

quarta-feira, 2 de setembro de 2015

Modelo de Planilha – Calculando as despesas

Mais uma dica para manter o controle das despesas do final do mês. Segue um passo a passo de como trabalhar com uma planilha de orçamento doméstico ou familiar seja ela mensal ou anual. Vale a pena conferir!!

Como bem se sabe, já se foi aquela época de utilizar o velho caderninho para inserir todas as receitas e despesas do mês.

O avanço da tecnologia facilitou, e muito, o modo de calcular as despesas do mês.

No meu caso, já tem bastante tempo que o computador vem substituindo o meu caderno, minha caneta e atualmente está substituindo a minha TV. Acredito que essa seja uma tendência que não podemos resistir.

Dentre os programas para calcular as despesas do mês que eu recomendo, está no topo da minha lista o Excel, aquele famoso programa que vem junto com o pacote Office da Microsoft. Talvez até existam outros programas que trabalhem a altura do Excel, mas, até mesmo por uma questão de costume, eu me adaptei muito a ele.

Mas o meu objetivo aqui não é falar do Excel, pois ele tem milhares de funcionalidades, mas sim, expor para vocês alguns modelos já prontos de Planilha de Cálculo do Orçamento familiar.

Para quem não sabe, o próprio Excel já apresenta alguns modelos prontos de Orçamento, e o meu objetivo aqui é te ensinar a acessar esses modelos para você criar o hábito de utilizá-los e aplicar no seu dia-a-dia.


O primeiro passo é acessar o Excel no seu computador e, após aberto, clicar no ícone “Arquivo” que fica no canto superior esquerdo da tela.


Após clicar em “Arquivo”, selecione a opção “Novo”. A tela abaixo irá aparecer, apresentando a possibilidade de criar um trabalho em branco, ou então, diversas categorias separadas por assunto.

Obs. Existe ainda a possibilidade de pesquisar outros modelos na internet.



No nosso caso, a categoria em que constam as planilhas de orçamento familiar é a denominada de “Orçamentos”.

Após clicar na guia “Orçamentos”, irão aparecer as seguintes planilhas:


São 46 planilhas de orçamento no total, você pode acessar uma a uma e escolher aquela que mais se identificar.

Lembre-se que os nomes das despesas podem ser facilmente alterados, portanto, caso venha abrir alguma planilha em que as despesas divergem da sua realidade, basta modificar a nomenclatura e continuar trabalhando em cima da planilha.

Particularmente eu utilizo a planilha denomina de “Planejador de Orçamento de Férias” para calcular minhas despesas e minhas receitas. Apesar do nome estar relacionado a férias, eu utilizo ela para minhas despesas do dia-a-dia e realizo as adaptações que entendo serem necessárias para adequar a minha realidade.



A planilha adequada vai depender do seu gosto. Eu me identifiquei com essa pois posso fazer uma previsão de “orçamento” e valor “real” gasto.

Ela ainda apesenta uma diferença entre os valores previstos e os valores gastos e cria um ícone de atenção, no caso do valor “real” gasto ultrapassar o valor do “orçamento”.
Resumindo, acredito que ela seja prática e bem funcional. Recomendo!!!

Não deixem de acessar todas as planilhas e trabalhem com aquela que mais se identificar.

Obs. Lembrando que no meu caso eu estou utilizando o Excel da Microsoft Office Professional Plus 2013.